Arquivo do mês: maio 2011

A saga da Batata Pringles

Quão torturante é esperar algo? enfim, ontem estava eu, pela milionésima vez, esperando minha esposa no aeroporto. As mais de 3 horas de espera me fizeram ir a loucura e voltar a sanidade umas 4 vezes.

Deu fome. Pensei, vou comer! Varri o aeroporto em busca do melhor restaurante/lanchonete. De Macarronada Italiana à duty free. Entrei numa revistaria, pois iria comprar uma revista para acompanhar minha refeição. Olhei de canto e vi uma lata de batata Pringles, sorri pra ela e pensei: “tá louca? não obrigado”. As revistas eram caríssimas, então subi para o segundo piso em busca da refeição perfeita, sem nada para ler. Os pratos da Macarronada Italiana pareciam de ouro, pagar R$20 reias numa salada simples não parecia mostrar muita sanidade (e neste momento eu já havia voltado a ser são). Pão de queijo na Casa do Pão de Queijo? Afff, melhor comprar um Halls.

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Homens: Quanto mais cachorro melhor?

Aos 16, no primeiro ano do ensino médio, entrei para o grupo de teatro da escola no intuito de obter, legal e gratuitamente, uma “procuração” para escapar de algumas aulas por semana. Ensaiamos uma peça durante 3 meses, que seria sobre aborto. Minha personagem (e antes que role piadinha, personagem é uma palavra feminina), um garoto de má índole que não era muito fã de camisinha, acabava por engravidar uma adolescente e exigia que ela abortasse. Na trama, eu tinha um amigo e éramos os “bad boys”, seu nome na vida real era Jonathan. Ele tinha síndrome de Brad Pitt, por onde passava as garotas paravam o que estavam fazendo e ajeitavam o cabelo. Já eu, tinha síndrome do pânico mesmo, magrelo, cabelo ruim e um papo tão descolado quanto baile da terceira idade. Inicio da apresentação, pátio lotado, subo no palco, jaqueta, óculos escuros, dou uma desfilada desajeitada e silêncio na platéia. 15 segundos depois vem o Jonathan… ele é ovacionado pelas garotas, que assoviavam e gritavam histéricas.

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Precisa-se de moderadores de comentários no Facebook

Esta semana, dando uma volta de carrinho de rolemã pela internet – odeio internet a rádio, Me deparei com um artigo do qual me identifiquei dos pés a cabeça. Várias vezes eu já postei no Facebook meu desejo absurdo de que fosse implementado o botão “Don’t Like” para poder me manifestar mediante a postagens toscas ou sem sentido. O autor do artigo propôe a substituição do botão “postar”do facebook para “submeter a moderação”.

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A Carta de Osama

Ah-la u sah-la, meu nome é Osama bin Mohammed bin Awad bin Laden, mais conhecido como Osama Bin Laden, além de um dos membros sauditas da próspera família Bin Laden, fui líder e fundador da al-Qaeda, organização terrorista famosa pelos ataques de 11 de setembro nos Estados Unidos e numerosos outros contra alvos civis e militares. Contexto é tudo. O mundo pode virar de cabeça pra baixo quando mudamos o contexto. Antes de me julgar, vamos nos situar no contexto desta carta. Se ao final, você ainda quiser fazê-lo, eu lhe dou o endereço do coitado do escritor deste blog, que não tem nada a ver com o babado e você pode sequestrar alguns teco-tecos e jogar no telhado dele. Bem, agora que já nos apresentamos, você está me vendo como uma pessoa normal  e não como o monstro do lago Ness, vamos tratar de negócios.

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The Ferris-Wheel

The translation of this post is dedicated to an American friend of mine. You can have a chance to know him at the bottom of this article.

Este post é dedicado a um amigo que, infelizmente, não pode ler em português, mas você pode conhecê-lo melhor no final deste artigo.

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Sogra morre ao saber da morte de Bin Laden

A sogra do personagem mais procurado do Tio Sam sofreu um AVC ao receber a notícia da morte de seu genro, o fatídico Osama Bin Laden, e morreu. Um pensamento pensante então me ocorreu: pior do que ser finalmente encontrado pelas tropas americanas, tomar um tiro na cabeça e ir direto para o inferno é ter que dividir o Táxi caminho abaixo com a sua sogra! Inshalá, esses vão arder no mármore do inferno!

Quanto ganho escrevendo um Livro?

Podemos negar, negar e negar, mas uma coisa é tão certa como a terra seca anseia pela chuva: todo jovem escritor se pergunta quanto poderia ganhar com um livro. Estou no segundo capítulo da minha tentativa de livro No. 2 – a primeira obviamente ficou no primeiro capítulo. Já me perguntei diversas vezes até quanto eu poderia ganhar com um livro. Após pesquisar – e eu adoro pesquisar – e trocar informações com alguns editores, cheguei as seguintes conclusões:

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