Arquivo do mês: fevereiro 2012

O que aprendi com meu sabonete p/ o rosto

 – Esse preço eu não pago. – declarei.

– Você não ouviu ela dizer que dura 6 meses? – fui questionado imediatamente.

– Por esse preço tinha que durar 6 anos! – respondi com a certeza de que aquele sabonete duraria no máximo uma semana.

Com relação a algumas coisas na vida, eu sou pão duro, mão de vaca ou quaisquer outros adjetivos que vocês queiram me classificar. Esta regra não se aplica a comida. Eu GOSTO de comida, eu gasto com comida e mesmo com certo remorso, ainda não consegui me tornar regrado com dinheiro gasto em alimentação – o resultado? estou me tornando uma minhoca grávida: magrelo com barriga. Mas voltando, eu sou mão de vaca assumido com: roupa, calçado (adoro sapatenis de R$30 reais do Walmart), bolsa e outras coisas mais. E nesta ocasião, minha então noiva, no intuito de dar um refresh na minha imagem nos últimos meses precedentes ao nosso casamento, juntamente com a ajuda da sua esteticista, tentavam me fazer comprar um sabonete para o rosto, no valor de R$60 reais. Como todo bom noivo/marido/namorado/empregado, eu comprei, cedi e adquiri o revolucionário sabonete.

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Eu odeio Segunda-feira

Quando um homem morre durante um filme, nós sempre pensamos: “Ah, tinha que morrer mesmo!”. Quando uma mulher morre: “Ah, ela era tão chata! mereceu!”. Agora, quando um cão morre durante um filme, o primeiro sentimento que, com lágrimas nos olhos, nos vem à mente é: “Deus! como esse mundo pode ser tão injusto!? Não Deus, Não Deus!”. Este pensamento, curiosamente fora de contexto, me trouxe à tona uma outra injustiça que todos viemos cometendo semanalmente, durante anos…
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1, 2, 3 e Já!

Um escritor chamado Thomas Stanley encontrou não somente uma relação entre sucesso nos estudos e habilidade de acumular riquezas, ele na verdade encontrou uma relação negativa. “Parece que notas escolares são pobres indicadores de sucesso econômico”. O que realmente indicou sucesso, segundo sua pesquisa, foi disposição para arriscar.

Em poucas palavras, ele analisou várias pessoas por anos. As que mais se destacaram na escola/faculdade, no entanto eram muito conservadoras, não acumularam riquezas. Em contra-partida, aqueles que na escola NUNCA foram os melhores alunos, porém sempre arriscaram na vida, acumularam muito mais riquezas.

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